MyMedia Sitehttp://www.mymedia.com.brpt-brMyMediaMyMedia - www.mymedia.com.br<![CDATA[05/10/2009 - ESPM e MyMedia promovem 1º Prêmio Digital Signage]]>http://www.mymedia.com.br<![CDATA[21/07/2009 - Cobertura QUEB do evento MyMedia]]>http://www.mymedia.com.brVeja as Fotos no QUEB]]><![CDATA[21/07/2009 - Evento MyMedia]]>http://www.mymedia.com.br
Se concretizado, o salto ampliaria o ritmo de crescimento da companhia, que nos últimos seis meses passou de 30 pontos para os atuais 102. A expansão incluiu a incorporação da Zigon. Criada em 2007, a MyMedia passou a ser a maior do ramo no Rio Grande do Sul

De acordo com dados do Projeto Intermeios da Revista Meio & Mensagem, o setor como um todo cresceu 70% em um ano, atingindo uma receita de R$ 11 milhões em fevereiro de 2009.

Apesar do nome complexo, a tecnologia por trás do negócio da MyMedia é simples. Monitores LCD instalados em restaurantes, academias e salões de beleza – mais recentemente, também no Canoas Shopping, onde serão instaladas 10 telas – recebem pela Internet notícias, previsão do tempo, dicas de gastronomia, cultura e relacionamento e, é claro, publicidade.

O conteúdo fica armazenado em computadores simples (um Celeron 1,1 GHz com 256MB de RAM resolve o problema). Para evitar instabilidades, os computadores gravam o conteúdo novo a cada 15 minutos e tem seu status conferido pela central a cada cinco.

“Nossa programação roda em ciclos de 15 minutos porque as pessoas ficam em média 40 nos locais onde ofereceremos programação”, comenta João Stringhini, um dos sócios da MyMedia.

A empresa tem monitores em locais como Café do Porto, Usina das Massas, as academias Body One e Aerostep, Grêmio Náutico União e as estéticas Bourdeaux e Miragem, entre outros.

A estimativa é que as telas tenham um milhão de visualizações mensais. O conteúdo vem de parcerias com portais como ClicRBS e Qual é a Boa, cujos jornalistas atualizam as novidades por um sistema online. Trinta empresas já usaram o veículo para publicidade, incluindo TIM, Claro, Kildare e Net.

“A proposta desta nova mídia é atrair a atenção do espectador em momentos de lazer, de descontração, e, portanto, ter maior receptividade aos conteúdos publicitários”, completa Nenê Zimmermann, outros dos sócios da companhia.

Quem são:
Os quatro sócios da MyMedia são Guilherme Bohnen, ex-coordenador de pesquisa e desenvolvimento da PMweb; João Stringhini, dono da consultoria chamada Stringhini Marketing, focada em database marketing e geomarketing; Dante Dolci, ex-sócio da Pró-Ativa e Nenê Zimmermann e seus filhos Daniel Zimmermann e Renato Zimmermann, donos da Starter, empresa que representa comercialmente o Grupo Sinos em Porto Alegre, além da editora Escala e da Revista Carta Capital.

Fonte: Baguete]]>
<![CDATA[20/07/2009 - MyMedia consolida liderança no mercado gaúcho ]]>http://www.mymedia.com.br
Nos últimos seis meses a MyMedia consolidou-se como uma das maiores empresas do Rio Grande do Sul no mercado de mídia digital indoor. Neste período, a companhia passou de 30 para 102 telas LCD instaladas em endereços comerciais de Porto Alegre. Os números da solidificação da nova mídia e as metas de crescimento da empresa serão apresentados para o mercado publicitário e convidados em um café da manhã no Hotel Intercity Premium, na próxima terça-feira, 21, às 9h.

Atualmente a MyMedia, atinge cerca de um milhão de expectadores por mês, cobrindo os bairros nobres da capital gaúcha, com conteúdo jornalístico e de entretenimento produzido com exclusividade por parceiros, como Clicrbs e QUEB – Qual é a Boa.

A expansão da empresa acompanha o movimento do setor no Brasil, que cresceu mais de 70% em um ano, atingindo uma receita de R$ 11 milhões em fevereiro de 2009, segundo o Projeto Intermeios da Revista Meio & Mensagem. “Já começamos a colher os frutos da ampliação da rede e vamos expandir para outras cidades do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná até 2010”, afirma Daniel Zimmermann, sócio da empresa.

O plano é entrar até o próximo ano em todas as cidades da região sul que tenham mais de 150 mil habitantes, segundo Zimmermann, somando 655 monitores em 32 municípios, ao final do período. Ainda em julho, o projeto de expansão começa a tomar forma e a MyMedia está instalando, até esta segunda-feira, 20, dez telas no Canoas Shopping, por onde passam diariamente cerca de 30 mil pessoas. A ação confirma também a entrada da MyMedia em um novo segmento: os “malls”.

Presente nos setores de gastronomia, fitness e beauty, a MyMedia pode ser conferida em locais como: Café do Porto, Usina das Massas, À Lenha Pizzaria, Saikô, Z Café, Sushi Drive, Academias Body One e Aerostep, Grêmio Náutico União e as Estéticas Bourdeaux e Miragem, entre outros. “A proposta desta nova mídia é atrair a atenção do espectador em momentos de lazer, de descontração, e, portanto, ter maior receptividade aos conteúdos publicitários”, completa Zimmermann.

A programação regionalizada conta com colunistas que trazem dicas de gastronomia e cinema, entre eles o chef Philippe Remondeau, além de previsão do tempo e informações esportivas. O conteúdo é transmitido em formato de drops, de maneira dinâmica, e pode ser desenvolvido de forma independente para endereços específicos, de acordo com o perfil dos freqüentadores.

Criada em outubro de 2007, a MyMedia utiliza software próprio de gestão de conteúdos, o qual permite a veiculação de vídeos de qualquer tamanho e o aproveitamento de todos os tipos de materiais digitais, possibilitando, ainda, a integração com RSS, Twitter e outras fontes ]]>
<![CDATA[04/06/2009 - Starter promove Almoço de Mídias com apoio MyMedia]]>http://www.mymedia.com.br<![CDATA[28/05/2009 - MyMedia no Festival de Gramado ]]>http://www.mymedia.com.br<![CDATA[27/05/2009 - MyMedia incorpora a rede da Zigon Mídia Indoor]]>http://www.mymedia.com.br<![CDATA[17/04/2009 - Porque Investir em Mídia Indoor]]>http://www.mymedia.com.brNos dias atuais, a concorrência pela atenção dos clientes está cada vez mais acirrada, por isso a mídia indoor é uma estratégia incomparável para atingir seu consumidor.Trata-se de acompanhar seu cliente nos locais onde ele gosta de freqüentar, através de uma comunicação direcionada ao seu perfil de público consumidor.

Abaixo algumas vantagens da mídia indoor:

1º - O cliente não desperdiça verba com o consumidor que não lhe interessa. A mídia indoor possibilita uma segmentação de publico e o anunciante atinge o seu publico alvo através da localização dentro de estabelecimentos favoráveis ao nosso anunciante.

2º - O tempo de exposição perante o anuncio varia de 1 a 4 minutos dependendo da permanência do consumidor no estabelecimento e perante o anuncio;

3º - Em horários de lazer as pessoas estão mais sensíveis às informações que recebem, e o nível de ruído e dispersão é praticamente zero;

4º - A localização dos anúncios estão nos melhores e mais bem freqüentada local da cidade o qual valoriza a sua marca e empresa;

5º - Todos nossos Boards estão localizados em ambientes de altíssimo padrão de acabamento e higiene, o que valoriza o seu anuncio;

6º - Diferenciado do Jornal, Rádio e TV, pouquíssimos anunciantes dividem o mesmo espaço, e nenhum deles jamais será seu concorrente.

7º - Possibilidade de segmentação de publico, homem e mulher disponibilizando criar anúncios específicos para cada sexo e publico em questão.

Fonte: Digital Signage Brasil

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<![CDATA[13/04/2009 - MyMedia Conquista Dois Novos Clientes]]>http://www.mymedia.com.brEspecializada em mídia digital indoor, a MyMedia passa a veicular em seus 60 pontos instalados, campanhas publicitárias e anúncios do Sistema de Saúde Mãe de Deus e da Revenda Kaizen. Os Clientes juntam-se a marcas de peso que optaram pelas telas da MyMedia. A proposta da empresa especializada neste tipo de mídia, tem no conteúdo regionalizado seu diferencial. Os freqüentadores de restaurantes, bares, estéticas e academias que contam com as telas têm acesso as notícias do ClicRBS, dicas de entretenimento do portal QUEB, drops de colunistas – como do chef Philippe Remondeaud, entre outras informações.

Com mais de 550 mil espectadores em seus pontos instalados em Porto Alegre e região metropolitana, a MyMedia é a maior empresa do segmento no Estado. A proposta contempla uma orientação dos temas ao público gaúcho conferindo, assim, maior relevância, direcionamento e credibilidade ao veículo junto a seus espectadores e anunciantes.

Veja em:
AdNews
Afonoso Ritter

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<![CDATA[07/04/2009 - MyMedia aposta em conteúdo regionalizado]]>http://www.mymedia.com.brEspecializada em mídia digital indoor (telas de plasma ou LCD estrategicamente posicionadas com informações a anúncios), com mais de 550 mil espectadores, em 60 pontos instalados em Porto Alegre e região metropolitana, a MyMedia é a maior empresa do segmento no Estado. Para isso, ela volta seu trabalho para a qualidade e quantidade dos pontos instalados, além de ter como diferencial a produção de conteúdo regionalizado.

Os freqüentadores de restaurantes, bares, estéticas e academias que contam com as telas da MyMedia assistem a notícias do ClicRBS, dicas de entretenimento do portal QUEB, drops de colunistas – como do chef Philippe Remondeaud - entre outros conteúdos. O diferencial é a orientação dos temas ao público gaúcho conferindo, assim, maior relevância, direcionamento e credibilidade ao veículo junto a seus espectadores e anunciantes.

Outro destaque da MyMedia é a definição dos locais onde estão instaladas as telas. “O foco é a comunicação com o nosso espectador em um momento de descontração, em que ele está mais propenso a receber um estímulo publicitário e processá-lo de forma positiva” destaca Guilherme Bohnen, sócio da empresa.

 

Veja as notícias nos sites:
- Adonline
- Coletiva.net
- QUEB

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<![CDATA[17/03/2009 - Tendências de Digital Signage para 2009]]>http://www.mymedia.com.brDigitalSignage Today) escreveu um artigo sobre as 10 tendências deste ano para DS. A MyMedia se orgulha em dizer que sua estratégia está alinhada diretamente com a tendência número um, sendo a empresa do sul com o melhor conteúdo em mídia digital indoor.

Trend #1: Content is the next main talking point for the industry

This will be a pivotal year for great content. As an industry, we now have great, proven technology to deliver messages across DOOH networks, so now what? Dare I say it? I have to! “Content is King.” Why?

Since prehistoric times, as evidenced in cave paintings, people have used images, placed where others would encounter them, to communicate important information. For over 120 years, rapid advances in technology have transformed human communication, delivering information faster and to a greater degree of relevance. The technology that has led us to a new medium, digital signage, has become commonplace. Now, more than ever before, “the message is the medium.” The content running across screens provides digital signage its moment to shine. As a new medium, digital signage needs to define its own creative approach to content.

Trend #2: Traditional broadcasters are getting into the digital signage marketplace

With television industry facing an unprecedented downturn, manufacturers and producers of content are looking to expand and capitalize on the DOOH/digital signage industry. It is the natural evolution as a new media develops that many companies put resources into testing the market. Some jump in with both feet as they have no other alternative.

Production houses employ expert creative teams that can bring top-quality content into the world of digital signage. Some will have to play catch-up; some will leverage web and flash skills to optimize great content for this new medium, for maximum impact, and to achieve unprecedented returns. We will likely see acquisitions coming from the TV broadcasting industry, companies essentially buying their way into the market to make up for lost time in the DOOH industry, around technology and production.

Trend #3: Agencies are awaking to the power of digital signage

Many agencies are realizing that DOOH is a valuable area to explore. It is a difficult transition from traditional media to DOOH. Some agencies are prompting brands to buy into this burgeoning market. Open software platforms for the DOOH market will excel as they allow cross network placement, helping agencies drive more comfort and scale widely across the digital signage landscape.

Agencies are also realizing that DOOH includes more than digital billboards; that it extends beyond this early digital signage incarnation. DOOH is being used to build brand networks at the shelf and in-store, to capture the consumer at the best possible time: at the point of decision. In-store media is the new frontier for agencies looking to expand product presence and increase sales at the shelf. The good news is that the media is measurable with real sales-lift as proof. In-store media is more than just capturing “eyeballs” and branding, it is about the merchandising and selling of product -not to mention the resultant tremendous in-store associate training benefits gained at the same time.

Trend #4: Brands are shifting money to this market from traditional TV

Major brands are moving into the market, right now. Once traditional TV viewership declined, they began looking for more effective messaging. This trend began last year when a few brands bypassed their agencies and began experimenting directly with DOOH. Building brand networks in-store at the shelf is a critical part of this strategy. For brands to survive and retain customers, they must spend money at the point of sale, or risk losing customers to generic brands. Once lost, a customer is tough to win back — and expensive. This trend will grow geometrically as sales become hotly contested.

Trend #5: Cross-platform and interaction with cell phones is critical

In the past year, Bluetooth and text message integration passed its experimental and pilot phases. The connection and symbiotic relationship between display and cell phone will continue to grow with more deployments in 2009. Consumers are ready to utilize this technology today.

Personalizing features by offering coupons and other media on handsets will further drive sales at the shelf. Tracking these interactions to measure the success of a network will also play a part in the overall success of the campaign. Digital signage will take a front seat in this area, adding value to the entire digital communications grid.

Trend #6: Interactivity and measurement

Along with interaction with cell phones, interactive technologies will propel the industry to enhance new consumer experiences, from touchscreens to floor screens and from window touchscreens to gesture-enabled interaction. The engagement of the consumer adds tactile to visual, and helps to create an emotional connection with the brand and product. As was the case with cell phones, 2009 will see more than simple small pilot projects, it will boast large-scale rollouts vying for consumer’s attention, ramped up to unprecedented levels.

Measurement proves the maturity of the industry and is key in 2009. Data collected from interactive solutions, and delivered upstream will give DOOH another powerful asset in the form of market intelligence and direct consumer feedback, for marketers and agencies to measure the success of their campaigns.

Trend #7: Data-driven content or ad search for DOOH

As an increasing number of large networks emerge online, and the number of displays grows geometrically, creation of individual playlists that are relevant to a specific display and associated audience will become a thing of the past. Just as with Internet search engines, metadata for content and screens will ultimately be matched for the right time, place, target and behavioral attitudes. This will allow access to data bases that have ad content and remove the complexities from decision-making focused upon ‘when’, ‘where’ and ‘why’. This will establish the industry as leading edge, not trailing edge.

Trend #8: Cost of LCD and players is entering next phase of cost down

LCD screens are declining in price and have been for the past six years, a trend which will continue. Innovations on the media player side will also bring pricing down. Quality is still a significant factor, and will be critical in keeping networks up and operational 24/7. Declining cost is not a substitute for reliable and scalable technology. Total investment and ROI still require a quality platform.

Trend #9: Consolidation and failures will continue

In these unprecedented economic conditions there will be failures and consolidations in 2009. This is both good for the industry and bad. Though we may see failures undermining the integrity of the industry, the pieces will be picked up and business models changed to improve the industry overall in 2009; the prevailing economic situation will simply accelerate this evolutionary process. There will be success for companies that are established, have good business models and have the cashflow to endure. 2010 will be the year of winners in the end game, where a few companies dominate the market.

Trend #10: Growth for the industry is moderate, but positive

Notwithstanding my previous comments, industry growth will be moderate. Digital signage networks have the opportunity to reduce costs, save resources and communicate powerful messages. These are attributes that will spur continued growth as companies worldwide re-evaluate every element of their communication plans. Looking closely at the models and businesses that benefit by taking advantage of digital signage technology will be the key. Making the case to use digital signage is our job as an industry, and this will be yet another year of growth. ]]>
<![CDATA[08/03/2009 - Dia Internacional da Mulher ]]>http://www.mymedia.com.brMyMedia realiza campanha em homenagem ao Dia da Mulher

A empresa de mídia digital indoor MyMedia criou uma campanha para homenagear o Dia Internacional da Mulher. Com o mote “Celebrando o Pensamento Feminino”, a ação, que se estende até sexta-feira, 13, está exibindo frases que simbolizam a força das mulheres nas telas LCD da companhia, espalhadas por diversos pontos de atuação como agências, academias, bares e restaurantes.
“A ideia foi darmos ênfase no pensamento feminino, então, pegamos algumas frases famosas de mulheres representativas”, explica o co-fundador da MyMedia, Guilherme Bohnen. Entre as frases estão pensamentos de diversos tipos trazendo humor feminista e romantismo: “Os homens são ensinados a se desculpar por suas fraquezas. As mulheres, por sua força”, de Louis Wyse; ou “Tudo o que sabemos do amor é que o amor é tudo o que existe”, de Emily Dickinson.
A peça teve o design feito pelo colaborador da MyMedia Gustavo Andrighetto.

Veja os sites que publicaram esta nota:
- Coletiva.net
- eAgora
- adonline
- Digital Signage Brasil
- MidiaObjetiva]]>
<![CDATA[04/03/2009 - MyMedia na Imprensa]]>http://www.mymedia.com.br
- adonline
- Felipe Vieira
- Comunique-se]]>
<![CDATA[26/01/2009 - Parceria Philippe Remondeau]]>http://www.mymedia.com.br<![CDATA[19/01/2009 - A Primeira no Litoral Norte]]>http://www.mymedia.com.br<![CDATA[30/12/2008 - Parceria QUEB]]>http://www.mymedia.com.br<![CDATA[04/11/2008 - Artigo: Televisão Vs Sinalização Digital]]>http://www.mymedia.com.brTelevisão Vs. Sinalização Digital

A sinalização digital e a televisão possuem alguns aspectos em comum, e outros tantos muito diferentes. Na verdade, o grande ponto em comum é o equipamento em que as informações são exibidas: a tela. Devido à popularização e às facilidades de colocação em locais específicos, as telas de LCD/Plasma permitiram uma revolução na forma de comunicar. Porém, mesmo sem a praticidade e a mesma elegância, as telas de tubo, projetores, monitores de computador e painéis de LED também são opção válidas.

A grande diferença da sinalização digital e da televisão é a forma de exibir o conteúdo. Na maioria das situações, o local das telas não é apropriado para o som. Isso faz com que a dinâmica do conteúdo se altere para itens mais visuais e textuais ao invés de narrações ou efeitos sonoros. Outra diferença fundamental está no tempo de permanência em frente à tela. Quando o espectador está assistindo televisão, na maioria dos casos, é por estar entretido com algum programa que goste e, por isso, foca a sua atenção diretamente nele. Na sinalização digital os espectadores são impactados por estarem de passagem (transeuntes), em um momento de espera temporária ou por conseqüência de outra atividade (restaurantes e academias, por exemplo). Esta diferença reflete-se diretamente no conteúdo e no formato da programação exibida.

Enquanto que na televisão a grade de programação é distinta nas 24 horas do dia e igual em todos os locais, na sinalização digital esta poderá ser 5, 10, 20, 30 minutos ou mais e individual para cada local. Por exemplo, se o tempo médio de espera de uma pessoa para ser atendida em consultório médico é de 10 minutos, não há necessidade da grade de programação ser maior do que esse intervalo. Porém, neste curto período o conteúdo da programação deve ser intenso, dinâmico e em formatos de drops e de fácil compreensão.  Diferentemente da TV, que o objetivo é ter programações continuadas de maior duração para que a audiência se mantenha nos intervalos comerciais, a sinalização digital, portanto, possui como mecanismo central da sua grade de programação uma playlist (grade de programação cíclica), ou seja, há uma ordem das programações que serão exibidas em telas em um constante loop (ciclo).

O fato de ser um meio de comunicação, normalmente, sem áudio e de conteúdos em formato de drops, é ainda mais reforçado e facilitado pelo fato da mecânica central do sistema ser através da internet. A mesma se baseia prioritariamente em uma linguagem de textos e imagens e não necessariamente no conteúdo áudio-visual da televisão. Então, pode se afirmar que a sinalização digital é uma fusão de dois meios: internet e televisão. Conteúdos em um formato/dinâmica de internet, porém com uma roupagem e veiculação de televisão.

Na prática, podemos utilizar um exemplo de uma playlist de três programações: dois vídeos e um bloco de notícias entre eles (conforme imagem a seguir). Sempre que o ciclo se encerra, os vídeos serão repetidos da mesma forma, porém as notícias não. Apesar do modelo visual (template) ser o mesmo, o conteúdo inserido é diferente, seja em forma de texto, imagem ou, inclusive, de pequenos vídeos. Esse é o dinamismo permitido pela sinalização digital – herdado da internet –, porém aplicado em uma roupagem para televisão. É o que difere a sinalização digital de outros meios.

MyMedia


A sinalização digital, em suma, apesar de diversas similaridades, se distingue dos outros meios por ser dinâmica, ter uma programação individual por local, ser na maioria dos casos sem áudio e ter uma lógica de grade de programação distinta. É uma forma de comunicação que se apropria dos principais pontos positivos da televisão e dá uma nova roupagem com maior relevância, mais acessibilidade e baixo custo de transmissão e produção de conteúdo.

Guilherme Junqueira Bohnen
MyMedia – Mídia Digital Indoor

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<![CDATA[14/08/2008 - 76% de lembrança da MyMedia!]]>http://www.mymedia.com.br
Um ótimo estímulo para não perder mais tempo e anunciar ainda hoje na MyMedia.]]>
<![CDATA[08/08/2008 - Clipping MyMedia e clicRBS]]>http://www.mymedia.com.brClique AQUI para ler a matéria do site Coletiva.net sobre a MyMedia.

Clique AQUI para ler a matéria do Portal eagora sobre a MyMedia.

Clique AQUI para ler a matéria do site AdNews sobre a MyMedia.

Clique AQUI para ler a matéria do site adonline sobre a MyMedia.]]>
<![CDATA[01/08/2008 - MyMedia e clicRBS firmam parceria]]>http://www.mymedia.com.br<![CDATA[01/08/2008 - Veja a MyNews #2]]>http://www.mymedia.com.br
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